esperei. pacificamente, sem ansiedade…
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sorri. com enorme vontade…
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uma vez chorei. em laivos dilacerantes, mas passou…
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marquei, mentalmente, o vosso sentido irracional das coisas. dahhhhh!
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ainda assim, devo confessar…
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por isto penso. por isto falo. por isto escrevo. talvez não valha a pena, por mais pena que tenha. quem diria que um dia assim chegasse…
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acabou. tal como começou: estupidamente fugaz. ápice e ávido alívio.
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lento, sem desalento. sempre a rolar: tempo que se esgota sem sequer parar!
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enfim, sós! espiral de contentamentos: nós! eu+eu! e tu que percebes estas pontas sem nós!
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rasguei, definitivamente de lés-a-lés na eternidade, todos os contos de fadas e bruxas más! ensombram malditamente os bons finais: os ‘viveram felizes para sempre’… isto é lá um presente que se apresente para o futuro? por um triz, solta-se num só berro, a liberdade de quem diz: ufa!!!
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mais forte e mais alto, num gélido automatismo que derreteu, consumido em ardiume atroz! já desfiz todos os nós: nem a corda presta, logo não resta por estas bandas! pergunto eu:
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andas? afinal, it’s all about smoke and mirrors… hmmm, como não chegas lá, talvez seja melhor fazer um desenho!!!
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e. comercial e andorinha, lda. não percebes, eu sei! limitaram-te aquando do fabrico… é equipamento de série… e não pagas! até parece um brinco, de latão! -ó cota, empresta-me o(s) pechisbeque(s)… estou a caracterizar os calhambeques!!! qualidades mecânicas dos enfadonhos: beauty’s and beasts!!!
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trocam camisolas, numa orgia despercebida à primeira vista. e escondem-se, com bravura, em salas de chuto. sempre negras, num passe de mágica que anuncia um final tempestuoso!!!
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uns empoleiram-se, quais galos de barcelos; outros espreguiçam-se num encefalograma que despoleta um qualquer tsunami de dez centímetros!
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triste tristeza dos tristes!
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amam-se com traições gigantescas… grotescas – para precisar cientificamente o termo!
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maiores desgostos são para todos os gostos… e gostam!!!
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balizam pelos chifres todas as aventuras que nunca viveram e que jamais sentirão! – é verdade: não há bela sem senão!
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então, que dizer mais, se não entendem? duplamente alvos. fáceis, movimentam-se aceleradamente para que num esboçado sorriso efémero apenas vos diga:
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merecem: tu + tu!!!!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
TU + TU
Publicada por nokitas à(s) 22:14
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Porta 240

Costumam dizer (palavras sábias) que nada é perfeito nem definitivo e tudo o que hoje era dado como real e verdadeiro amanhã não passa de uma grande mentira....é verdade...
Se encontrar uma porta à minha frente, poderei abri-la, ou não.
Se abrir a porta, posso , ou não , entrar numa nova sala.
Para entrar, terei que vencer a dúvida, o titubeio ou o medo.
Se vencer, irei dar um grande passo: nesta sala, vive-se.
Mas, tem um preço: são inúmeras outras portas que se descobre.
O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta.
A vida não é rigorosa: ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende.
Não existe a segurança do acerto eterno.
A vida é humildade: Se a vida já comprovou o que é ruim, para que repeti-lo?
A humildade dá a sabedoria de aprender e crescer também com os erros alheios.
A vida é generosa: A cada sala em que se vive, descobrem-se outras tantas portas.
A vida enriquece a quem se arrisca a abrir novas portas.
Ela privilegia quem descobre os seus segredos e como generosidade oferece afortunadas portas.
Mas a vida pode ser também dura e severa: Não ultrapassando a porta, poderei ter sempre essa mesma porta pela frente.
É a repetição perante a criação.
É a monotonia monocromática perante o arco-íris.
É a estagnação da vida.
Para a vida, as portas não são obstáculos,
mas diferentes passagens...
Apenas tenho que encontrar a porta certa.....e não me perder.....
Publicada por nokitas à(s) 00:04
terça-feira, 16 de setembro de 2008
I´M BACK....
Esquecendo.....................
Talvez chegue.............
Publicada por nokitas à(s) 12:59